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 JUAN MARSÉ - PRÉMIO CERVANTES


 


Marsé, contra la literatura "del ombligo"

El escritor catalán apela a la "memoria compartida" y se declara "narrador y no intelectual" al recoger el Premio Cervantes.- Aboga por la importancia de las ideas y se distancia de las lenguas en que se expresan

BORJA HERMOSO - Alcalá de Henares - 23/04/2009


Emocionado, con la voz temblorosa al principio, firme después, el flamante Premio Cervantes de Literatura 2008, Juan Marsé, ha desgranado en el paraninfo de la Universidad de Alcalá un discurso comprometido con la literatura que cuenta "buenas historias". En presencia de los Reyes de España, el presidente del Gobierno, José Luis Rodríguez Zapatero, la ministra de Cultura, Ángeles González-Sinde y otras autoridades políticas, culturales y académicas, Marsé ha arremetido contra la literatura "del ombligo"(la llamada metaliteratura): "Me deja frío". El novelista ha defendido el valor de la memoria compartida "que fue durante años sojuzgada, esquilmada y manipulada", así como su identidad de catalán que escribe en castellano. Ha afirmado que los pensamientos y las ideas "deberían merecer más atención y consideración que la lengua en que se expresan".

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Juan Marsé nasceu em Barcelona em 1933 e passou a infância e juventude no bairro popular de Gracia. Entre os 13 e os 26 anos trabalhou como operário numa oficina de joalharia.
A sua carreira literária começou em 1959, ano em que começou a publicar crónicas em revistas literárias e em que obteve o Prémio Sésamo de contos. Desde então publicou diversas obras, muitas delas premiadas: "
Últimas Tardes com Teresa" (1966; Prémio Biblioteca Breve 1965; Campo das Letras 2006), "Se Te Dicen que Caí" (1973, edição definitiva 1989; Prémio Internacional de Romance México), "La Muchacha de las Bragas de Oro" (1978; Prémio Planeta 1978), "Ronda del Guinardó" (1984; Prémio Ciudad de Barcelona), "El Amante Bilingue" (1990; Prémio Ateneo de Sevilha), "O Feitiço de Xangai" (1993; Campo das Letras 1995; Prémio da Crítica e Prémio Aristeion) e "Rabos de Lagartixa" (2000; Campo das Letras 2002; Prémio da Crítica e Prémio Nacional de Literatura, ambos em 2001).
Foi ainda galardoado com o Prémio Juan Rulfo 1997 e o Prémio Internacional Unión Latina 1998.

"Canções de Amor em Lolita’s Club" é o seu romance mais recente.
 

 

     

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