JORGE LIMA BARRETO

   

Licenciado em História de Arte (1973), foi professor assistente de Estética e Ciências Humanas (Universidade do Porto, 1974-78) e é doutorado em Musicologia e Teoria da Comunicação (Universidade Nova de Lisboa, 1995).
Tem escrito textos para apresentação de livros, discos, festivais, exposições e instalações, e colabora desde 1967 nas principais publicações periódicas portuguesas.

Fundou a Anar Band (1972), a Associação de Música Conceptual (1973) e, com Vítor Rua, Telectu (1982). Actuou em música experimental, free, electroacústica livre, interarte e intermédia. Realizou concertos na Alemanha, Roménia, Brasil, Cuba, França, Peru, Espanha, Suíça, China, EUA, URSS, Áustria.
Fez conferências em Paris, Cuzco, Macau, São Paulo, Rio de Janeiro, Beijing, Havana, Bucareste, Barcelona, Madrid, Moscovo.

Na rádio apresentou os programas Musonautas (1982-1995) e Ondajazz(1989).

Participou também em várias edições culturais. Como músico, tocou e gravou com Elliot Sharp, Chris Cutler, Jac Berrocal, Louis Sclavis, Jean Sarbib, Paul Lytton, Evan Parker, Ikue Mori, Paul Rutherford, Giancarlo Schiaffini, Carlos Zíngaro, Tim Hodgkinson, Eddie Prévost, Sunny Murray, entre outros.

É autor de Revolução do Jazz (1972), Jazz-Off (1973), Grande Música Negra (1974), Rock Trip (1974), Musicónimos (1977), Rock & Droga (1982), Droga de Rock! (1984), Música Minimal Repetitiva (1990), Nova Música Viva (1993), JazzArte (1994), O Siamês Telefax Stradivarius (1995), Música e Mass Media (1996), Musa Lusa (1997), b-boy (1998), Zapp (2000), Os Musíadas (no prelo) e JazzArte 2 (no prelo).


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